Home Data de criação : 08/07/26 Última atualização : 11/10/17 11:25 / 19 Artigos publicados

O CRIATIVO NEM SEMPRE É ARTE  escrito em terça 27 julho 2010 16:09

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OBRA ILUSTRATICA - Diana Adormecida / Pietro Maria Bardi.

                                            O CRIATIVO NEM SEMPRE É ARTE

Pietro Maria Bardi nasceu em Spezia em 21 de fevereiro de 1900 e faleceu em São Paulo em 10 de outubro de 1999. Foi jornalista, historiador, crítico de arte, colecionador, expositor e marchand. Junto com Assis Chatheaubriand, foi idealizador e realizador do Museu de Arte de São Paulo que dirigiu por muitos anos.

No artigo abaixo êle é enfático ao afirmar que "um soco pode ser criativo, mas nunca será arte".

Em nossos dias, muitas pessoas se julgam artistas conceitualistas. Já não existe mais a preocupação nem com o desenho que é o fundamento de qualquer obra de arte. Na verdade muitos nem siquer sabem desenhar. Basta um giro pelas galerias de arte para constatar uma enorme quatidade de lixo que está à venda.

O artigo de Bardi nos dá uma lição sobre este assunto.

                             "UM SOCO PODE SER CRIATIVO, MAS NUNCA SERÁ ARTE"

"Hoje ou amanhã um fulano qualquer resolve ser artista, mas não quer perder tempo numa escola mesmo que seja até uma daquelas onde o bate-papo substitui  o ensino-já-era. Dá-se um soco na cabeça  e inventa-se um jeito de comunicação, possivelmente original, puxando para o inédito. (Às vezes descobre até mesmo o guarda-chuva, mas como nem todos conhecem este instrumento, tem quem bata  palmas.) Visto que a pintura, a escultura, a própria arquitetura tiveram e têm soluções plásticas ao infinito, o fulano veleja geralmente no lago de recente formação dita CONCEITUALISMO, uma nova torneira dos que pretendem mudar o caminho do assim chamado Rio das Artes.

O Conceitualismo, na Filosofia, é assunto claro: os universais não existem por si mesmo, sendo construções do espírito, daí saindo a proposta de operar  individualmente - infantil ou catedraticamente - seja qual for a farinha do próprio saco.  Admitida a doutrina do  solipsismo - a única  realidade é o EU -, temos como conseqüência  que qualquer ato do aindivíduo é batuta, naturalmente batuta pelo EU; resta  verificar se os outros acham graça, ou consideram o fulano ingênuo ou chutador.

A dever julgar entre uma natureza morta pintada saída fresca de um portão que dá na praça da Estação da Luz, e quatro pedras colocadas no assoalho de uma galeria na rua Oscar Freire, tocando uma musiquinha de pífaros tibetanos, a opção é para o conceitualista  e não para o bisneto de Pedro Alexandrino.

É bom anotar que o Academismo não capítulou. Quando uma crise perturba aquele jardim, a reação é melífua, e brotam tendências apropriadas às circunstâncias sociais ou políticas. O leitor lembra o caso do Hiper-realismo, próspero nos Estado Unidos desde os tempos de Roosevelt, quase um contágio do Realismo  oleográfico de agrado a Stálin e Hitlher: na Rússia e na Alemanha se exaltava uma ideologia imperialista, o yankees vitalizaram uma ideologia democrática.  Numa e outra oficina pictórica a batedeira misturava os resíduos do Realismo.

A situação, então, é de luta entre facções cujas bandeiras são o Realismo e o Abstracionismo.

Voltando ao fulano que se manifesta  depositando pedras no chão, é natural  que depois do processo "gosto/não gosto", procuraríamos entrar na imaginação do propronente. Não é simples interpretar as conceituações dos laboriosos, como não é fácil descobrir os mistifórios dos alquimistas. A solução é "saber ver". Antigamente nos esinavam  a exercer esta averiguação: o Belo de uma pintura era composto de desenho + cor + composição; juntava-se: moralidade + originalidade temática, e uma porção de várias e miúdas particularidades, todas adendos para somar e emitir uma opinião.

Tratava-se de vivisseccionar a peça comparando-a com os famosos exemplos da tradição, pesando os adjetivos na balancinha do farmacêutico, e ajustando notas de louvor ou deméritos. Numa palavra: tínhamos os elementos para julgar.

E agora que o fulano escreve numa tela pentogramas com uma linha a mais ou a menos, e dá a elas uma importância de mensagem?

O sistema dos tempos passados perdurava: um ato institucional da Crítica Abalizada ameaçou  e continua ameaçando o legislativo: o Conceitualismo não é "cosa-nostra", mas coisa-EU, egocêntrica.

Como se comportar frente ao fulano que fabrica duas caixas de acrílico, vai a Petrópolis, encaixota o ar de lá, fecha-o hermeticamente, deixa uma caixa na cidade de dom Pedro e outra leva para os cariocas verem? Meu eminente colega Roberto Pontual comentou o fato numa conferência no MASP.  A assistência escutou surpresa e compungida. Ninguém comentou, sinal de que ninguém  estava preparado para enfrentar o problema.

Os moventes do fulano se originam do casualismo: achada por acaso ou por intensa reflexão, uma idéia singular veste-se de forma ou de expressão - gerando perplexidade e acanhamento.

Recentemente no Museu de Arte de São Paulo deu-se um caso curioso, no apresto da exposição "Cor como Linguagem".  Entre os 56 pintores que o Museum of Art recrutou para brasileiros verem , estava um tal de Sol Lewitt, cuja produção "Straight red line from the midpoint of the leftside ou the wall, of any lengh, 1974 ("Linha vermelha e reta do ponto médio da esquerda da parede, de qualquer tamanho, 1974") não se encontrava nos caixotes. Não foi perdido durante o vôo; a funcionária do MOMA, acompanhante do certame nova-iorquino, explicou que ela era portadora da obra. O fulano tinha-lhe confiado um lápis de cera, ciumentamente acondicionado num estojo de vidro forrado de pele de veado recém-nascido, com a incumbência de, minutos antes da inauguração, traçar uma linha vermelha de 165 centímetros na parede, tarefa cuprida religiosamente pela senhora Elizabeth Tal.

Quando vi a execução da operação cenceitualista pensei na definição que Aristóteles dá ao Cômico: "alguma coisa de errado e de feio que não provoca nem dor nem dano", o não razoável, o imprevisto, a provocação do risível pelo absurdo que não alegra a inteligência.

Que fazer?

Vamos continuar o registro das propostas certos de que o absurdo de condenar crenças e feitos incomodantes ao sistema é parte deste Planeta florido de contradições.

O Planeta pode ser agradável justamente por isso."

Pietro Maria Bardi escreveu este artigo em Agosto de 1975.

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A arte é linguagem universal das imagens.

O desenho é a fundação de todas as artes.

Nicéas Romeo Zanchett

                                

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COMO COMPRAR OBRAS DE ARTE  escrito em terça 26 agosto 2008 10:45

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                                 COMO COMPRAR OBRAS DE ARTE

A obra de arte pode ter um valor financeiro como um imóvel, uma ação na bolsa ou outro bem de valor e muitos as adquirem como investimento de segurança. No último ano a Christies faturou mais de seis bilhões de euros em seus leilões. Isto vem demosntrar que o mercado de arte está aquecido, provavelmente  isto se deve à  insegurança no mercado de ações americano em virtude dos problemas financeiros com grandes empresas e bancos daquele país. Nos momentos de crise mundial a arte sempre foi um refúgio seguro de investimento.

Muitos adquirem arte como prova de bom gosto, distinção social e especialmente para exibí-los aos amigos. Não me cabe julgá-los, mas apenas constatar o fato e torcer para que, o que hojé é apenas um exibicionismo social, se torme paixão duradoura. 

O comprador de arte deve ter em mente os diversos fatores que determinam o real valor de uma obra.

AUTORIA - Quem é o autor? Trata-se de obra típica desse autor? Pertence a uma fase ou momento esteticamente importante de sua evolução artística? Certos artistas tornam-se célebres em razão de determinado tema ou motivo. O pintor Pancetti, por exemplo, era marinhista e, portanto suas marinhas têm mais valor, do ponto de vista financeiro.

QUALIDADE -  Trata-se de obra importante do autor? Qual a sua qualidade, em relação a outras do mesmo autor?

Nenhum artista, por mais famoso que seja, terá produzido apenas obras primas. Há que se fixar o melhor e o pior de sua produção e estabelecer ainda os diversos marcos que se colocam entre esses dois extremos. O preço variará muito, dentro de certos limites, segundo a menor ou maior qualidade da obra.

QUANTIDADE - Qual a situação do mercado de arte em relação às obras do autor? Há mais oferta ou mais procura? O preço de uma obra deverá estar na razão direta de sua qualidade e na inversa de sua quantidade. Uma produção abundante, se não controlada por um habil "marchand", determinará fatalmente a banalização dos preços. Por outro lado, uma produção por demais escassa terminará por colocar seu autor fora do mercado.

TEMAS E DIMENSÕES - Muitas vezes, obras de artistas bem cotados e com excelente qualidade atingem baixo preço, devido a seu tema ou às suas dimensões. Por exemplo, uma obra com o tamanho da "Batalha dos Guarapapes" ou do tamanho de uma caixa de fóforos será sempre de difícil vendagem. Lembremo-nos das palávras de Protágoras - "O homem é a medida de todas as coisas".

ESTADO DE CONSERVAÇÃO DA OBRA - Quanto melhor o estado de conservação, maior o preço. Uma obra já restaurada valerá menos que outra íntegra. O estado de conservação de uma obra geralmente é classificado em:  A (excelente), B (bom), C (danificado) e D (arruinado). Pequenas restaurações executadas por um profissional consciencioso e capaz não diminuem, a rigor, o preço. É preciso tomar muito cuidado com os falsos restauradores que, infelismente, no Brasil existem muitos.

PEDIGEE DA OBRA - SUA HISTÓRIA - O grau de autenticidade de uma obra é muito importante para se estabelecer seu valor. Seu pedigree é aferido pelas exposições em que tomou parte, nos livros em que foi cidada ou reproduzida, nas coleções a que pertenceu, nos museus em que foi exibida e assim por diante.

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NOTA - Dedico estas informações à memória do meu saudoso amigo Jorge Beltrão que sempre me incetivava e dava orientações artísticas exigindo que tomasse nota de cada detalhe. Para quem não conheceu, Jorge Beltrão foi um dos maiores marchands do Brasil. Proprietário da Montmartre Gallery, no Rio de Janeiro, que foi o principal ponto de encontro de grandes nomes da arte brasileira, onde tive o prazer de trabalar de 1973 a 1979.

Nicéas Romeo Zanchett - artista plástico.

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O PODER DA ARTE  escrito em domingo 24 agosto 2008 14:51

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                                       O PODER DA ARTE

Desde tempos muito remotos que a arte vem sendo utilizada para persuasão. Tanto na publicidade comercial como na política ela é um instrumento de enorme poder.

Este instrumento tem sido responsável pela história do mundo ao longo dos séculos. A arte com suas técnicas visuais garantiu o poder a muitos ditadores. Os políticos utilizam-na para se perpetuarem no poder, portanto é atravez dela que os rumos da humanidade foram traçados.

A arte bem planejada penetra na mente humana numa forma de persuasão subliminar. Guerras e massacres aconteceram graças pelo uso de sua força.

A arte de transmitir confiança; A arte de mostrar um futuro promissor; A arte como adorno pessoal; A arte da aparência idealizada, digna de um grande rei, que pode enganar a todos; A arte de mostrar as imagens que queremos ver; A arte usada para contar uma mentira política; A arte nos palácios como símbolo máximo de poder; A arte de transformar os feitos medíocres de certos políticos; A arte de criar uma imagem carismática de um rosto odioso;  A arte de transformar um ditador sanguinário numa pomba da paz.

A mesma arte que cria a pomba da paz pode criar o símbolo da guerra.

Dario I - O Grande Rei da Pérsia (Pérsia 521 a.c.- Egito 486 a.c.) já usava a arte para persuadir. Foi ele o inventor do logotipo que usamos até hoje. Seu objetivo foi criar um símbolo que o representasse em todos os lugares para sempre ser lembrado por seus súditos.

Alexandre - O Grande - Rei da Macedônia (Pela Macedônia 356.a.c. -Babilônia 323 a.c.) aperfeicoou o logotipo de Dario, colocou a imagem de seu rosto nas mãos de todos atravez da moeda que mandou cunhar em sua homenagem.

Augusto - (Caio Júlio César Otaviano) mandou esculpir sua estátua mostrando um imperador humilde com os pés descalços e as mãos vazias. A imagem de um homem comum que só queria o bem e a paz para seu povo. A arte o ajudou apaziguar o império e salvar Roma. Mais tarde fundou um sistema de ditadura que duraria cerca de 400 anos.

Em nossos dias a arte ganhou asas na mídia e na internet.

Nas eleições americanas, tal como nas nossas, a arte é instrumento para persuadir e induzir a erro os eleitores. A verdadeira imagem só se revela quando já é tarde. Ela tem sido usada para convencer o povo de que as desigualdades são naturais; que a guerra é a solução e que a paz nem sempre é possível. Os seres humanos, ontem como hoje, são vulneráveis à persuasão da arte.

A nós artistas resta a responsabilidade e a consciência de direcionar a arte para o bem da humanidade.

Nicéas Romeo Zanchett - artista plástico

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O NASCIMENTO DE AFRODITE  escrito em domingo 24 agosto 2008 14:19

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                         O NASCIMENTO DE AFRODITE

Afrodite, deusa encantadora, filha de Zeus e de Dione.

Cronos revoltou-se e começou sua última luta contra o pai Urano.

A lenda conta que Afrodite surgiu nas espumas do mar, fecundada pelo sangue de Urano(o cèu). Cronos cortou os ógãos sexuais de seu pai  Urano e os deixou cair no mar. Seu sangue misturado às espumas marinhas fez surgir a mais bela das criaturas, a deusa da beleza e da sedução.

Os testículos de Urano, cortados pela espada do filho rebelde, marca eternamente a derrota do pai tirano dando origem à deusa Afrodite, a criatura mais formosa que os deuses conheceram.

Após seu nascimento foi levada à Citera e depois à costa de Chipre, onde foi recebida pelas Horas que a vestiram e enfeitaram para então conduzí-la à morada dos imortais (Olimpo).

Ao percorrer a costa as flores nasciam sob os seus delicados pés.

As lendas sobre Afrodite são muitas e até divergentes. Conta-se que a deusa teria casado com Hefesto, o deus coxo de Lemnos, mas que amava Ares, o deus da guerra.

Dos seus inúmeros amores adúlteros nasceram Eros (cupido) e Anteros, Deimos e Fobos (\terror e o medo) e a Harmonia.

O amor apaixonado de Afrodite pelo belo Adônis custou-lhe a vida. Áries, cego de ciumes, vai destreoçá-lo para que Afrodite não possa querer mais ninguém do que a ele.

Noutras lendas em que a deusa do desejo se vê mais como uma progeção da sua provocação de desejo, conta-se que Afrodite simplesmente surgiu das ondas, despida e formosa junto a Cítara. Não gostando daquele lugar, a deusa do amor e da beleza peregrinou por outros lugares indo parar na ilha de Chipre onde tinha servas e encarregadas de vesti-la e cuidar de sua beleza.

Outra lenda afirma que Afrodite é filha dos amores de Zeus e de Ione, a ninfa filha de Urano e Gea, ou de Oceano e Tétis.

Para os artistas sua imagem prdileta sempre será a bela saindo dentre as ondas do mar, navegando na sua concha. Esta versão sempre foi a preferida para representar o triunfo do seu nascimento e a glorificação da sua divindade de beleza inigualável.

Nicéas Romeo Zanchett - artista plástico

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OBRAS DE ARTE ORIGINAIS E FALSAS  escrito em sexta 22 agosto 2008 06:59

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          OBRAS DE ARTE ORIGINAIS E FALSAS

Obra original é aquela cuja autenticidade não existe nenhuma dúvida.

Falsos existiram e existirão sempre, pois o valor financeiro de uma obra de arte acompanha a sua qualidade tal como a sombra acompanha o corpo que a projeta.

Dossena, Batianini, Van Meegeren, foram falsários notáveis, quase geniais.

Na atualidade um dos falsários mais famosos é, sem dúvida, Edgar Mrugalla. Ele próprio diz que ja perdeu a conta de quantos quadros copiou para seus clientes, mas calcula que foram mais de 3.500 obras.

Muitas pesoas adquirem obras falsas sabendo da sua real condição. Estão apenas querendo ter na parede uma obra supostamente famosa para expor aos amigos. Na verdade eles não tem nenhum amor pela arte, mas apenas as usam para provar sua boa condição social e financeira. Muitas vezes quando esta pessoa more ou  se desfaz de sua  obra falsa ela acaba no mercado.

Calculos estimativos indicam que cerca de metade das obras de arte negociadas no mundo são falsas. Sempre são de pinores muito valorizados. Numerosos Van Gogh, 70% dos Chagal, 90% dos dali. Tambem pintores como Picasso, Rembrandt, Renoir, Gustav Klint, Macke, são os preferidos dos falsários de nossos dias.

No Brasil também possuimos os nossos falsários, alguns ocupados em parodiar a produção de grandes artistas modernos e contemporâneos, para os quais sabem que existe mercado.

É preciso ter a noção nítida e precisa do que se entende por falsificador: alguém que, com finalidade dolosa, forja e passa adiante obras de arte. O aluno que, na Academia, executa uma cópia com finalidade de autodiciplinar-se, não é, evidentemente, um falsário, mas um copista.

Os falsos podem ser facilmente desmascarados pelo olho treinado de um especialista e (sobretudo no caso da pintura antiga) por exames físico-químicos de laboratório como,por exemplo, o de carbono 14.

Original, cópia, réplica, obra de atelier, obra no estilo de deterninado artista, obra da escola de determinado artista são diferentes noções, que convém ter presentes na fixação do preço, ao passo que o falso constitui uma violação da lei e anula o preço.

No caso particular da gravura, considera-se original aquela produzida por determinado artista e tirada por ele, ou sob seu controle direto.

Nicéas Romeo Zanchett - artista plástico

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http://www.rio.rj.gov.br/riotur/pt/guia/?Canal=288

OBRA ILUSTRATIVA DE Romeo Zanchett.

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